O Mundial de Paraciclismo 2026 em Huntsville, Alabama nos Estados Unidos foi palco de grandes conquistas para o Brasil. Com uma delegação de 20 atletas e uma pilota, a equipe brasileira encerrou sua participação com cinco medalhas demonstrando força e determinação em diversas categorias.
Os atletas brasileiros competiram em diferentes classes, desde handbikes até bicicletas convencionais, mostrando versatilidade e excelência em cada prova. As medalhas foram conquistadas em contrarrelógio e provas de resistência destacando a preparação e o talento dos paratletas.
Victoria Barbosa: Dois bronzes e muito orgulho
A paranaense Victoria Barbosa foi uma das grandes destaques da equipe brasileira. Ela conquistou duas medalhas de bronze no Mundial, uma no contrarrelógio da classe C1 realizado no sábado, 5 de setembro e outra na prova de resistência da mesma classe no domingo, 6 de setembro.
No contrarrelógio, Victoria completou os 14,6 quilômetros em 27min28s96 ficando atrás apenas da australiana Tahlia Clayton-Goodie e da chinesa Wangwei Qian. Já na prova de resistência, ela repetiu o pódio, mostrando consistência e competitividade.
Em uma publicação no Instagram Victoria expressou sua gratidão e dedicação: “Essa medalha tem um significado enorme, porque representa todo o trabalho, a dedicação e a entrega de cada dia.”
Lauro Chaman: Bronze no contrarrelógio da classe C5
Outro destaque foi o paulista Lauro Chaman que conquistou a medalha de bronze no contrarrelógio da classe C5 também no sábado, 5 de setembro. A prova, destinada a atletas com limitações físico-motoras mais leves, foi vencida pelo norte-americano Elouan Gardon com o holandês Daniel Gebru completando o pódio.
Chaman, que é tricampeão mundial da prova de resistência C5 mostrou mais uma vez sua habilidade e experiência, reforçando sua posição como um dos principais atletas da categoria.
Jady Malavazzi: Prata na prova de resistência da classe WH3
A paranaense Jady Malavazzi também brilhou no Mundial, conquistando a medalha de prata na prova de resistência da classe WH3 no domingo, 6 de setembro. A categoria, destinada a atletas cadeirantes que utilizam handbikes foi vencida pela francesa Anais Vincent com a australiana Lauren Parker completando o pódio.
Jady, que também conquistou a medalha de bronze no contrarrelógio da classe WH3 realizado no domingo, 6 de setembro mostrou sua versatilidade e determinação em ambas as provas.
Jéssica Messali: Bronze no contrarrelógio da classe WH3
A primeira medalha brasileira no Mundial veio com a paulista Jéssica Messali que conquistou o bronze no contrarrelógio da classe WH3 no sábado, 4 de setembro. A prova, que abriu a participação brasileira no campeonato, colocou o país no pódio logo na estreia.
Jéssica completou a prova atrás apenas de Lauren Parker e Anais Vincent mostrando sua habilidade e preparação para o evento.
Com essas conquistas, o Brasil encerrou sua participação no Mundial de Paraciclismo 2026 com cinco medalhas, demonstrando a força e o talento de seus atletas em diversas categorias.



