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17 setembro 2026

Brasil conquista cinco medalhas no Mundial de Paraciclismo 2026 em Huntsville

O Brasil encerrou sua participação no Mundial de Paraciclismo 2026 em Huntsville, Estados Unidos, com cinco medalhas, incluindo bronzes e uma prata.

Brasil conquista cinco medalhas no Mundial de Paraciclismo 2026 em Huntsville

O Mundial de Paraciclismo 2026 em Huntsville, Alabama nos Estados Unidos foi palco de grandes conquistas para o Brasil. Com uma delegação de 20 atletas e uma pilota, a equipe brasileira encerrou sua participação com cinco medalhas demonstrando força e determinação em diversas categorias.

Os atletas brasileiros competiram em diferentes classes, desde handbikes até bicicletas convencionais, mostrando versatilidade e excelência em cada prova. As medalhas foram conquistadas em contrarrelógio e provas de resistência destacando a preparação e o talento dos paratletas.

Victoria Barbosa: Dois bronzes e muito orgulho

A paranaense Victoria Barbosa foi uma das grandes destaques da equipe brasileira. Ela conquistou duas medalhas de bronze no Mundial, uma no contrarrelógio da classe C1 realizado no sábado, 5 de setembro e outra na prova de resistência da mesma classe no domingo, 6 de setembro.

No contrarrelógio, Victoria completou os 14,6 quilômetros em 27min28s96 ficando atrás apenas da australiana Tahlia Clayton-Goodie e da chinesa Wangwei Qian. Já na prova de resistência, ela repetiu o pódio, mostrando consistência e competitividade.

Em uma publicação no Instagram Victoria expressou sua gratidão e dedicação: “Essa medalha tem um significado enorme, porque representa todo o trabalho, a dedicação e a entrega de cada dia.”

Lauro Chaman: Bronze no contrarrelógio da classe C5

Outro destaque foi o paulista Lauro Chaman que conquistou a medalha de bronze no contrarrelógio da classe C5 também no sábado, 5 de setembro. A prova, destinada a atletas com limitações físico-motoras mais leves, foi vencida pelo norte-americano Elouan Gardon com o holandês Daniel Gebru completando o pódio.

Chaman, que é tricampeão mundial da prova de resistência C5 mostrou mais uma vez sua habilidade e experiência, reforçando sua posição como um dos principais atletas da categoria.

Jady Malavazzi: Prata na prova de resistência da classe WH3

A paranaense Jady Malavazzi também brilhou no Mundial, conquistando a medalha de prata na prova de resistência da classe WH3 no domingo, 6 de setembro. A categoria, destinada a atletas cadeirantes que utilizam handbikes foi vencida pela francesa Anais Vincent com a australiana Lauren Parker completando o pódio.

Jady, que também conquistou a medalha de bronze no contrarrelógio da classe WH3 realizado no domingo, 6 de setembro mostrou sua versatilidade e determinação em ambas as provas.

Jéssica Messali: Bronze no contrarrelógio da classe WH3

A primeira medalha brasileira no Mundial veio com a paulista Jéssica Messali que conquistou o bronze no contrarrelógio da classe WH3 no sábado, 4 de setembro. A prova, que abriu a participação brasileira no campeonato, colocou o país no pódio logo na estreia.

Jéssica completou a prova atrás apenas de Lauren Parker e Anais Vincent mostrando sua habilidade e preparação para o evento.

Com essas conquistas, o Brasil encerrou sua participação no Mundial de Paraciclismo 2026 com cinco medalhas, demonstrando a força e o talento de seus atletas em diversas categorias.

João Pereira
Autor

João Pereira

João Pereira passou dez anos no buy-side em São Paulo cobrindo ações brasileiras e câmbio. Hoje escreve sobre o mercado para o investidor pessoa física.